Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
Todos nós devemos seguir o nosso caminho

 

 



publicado por xetahtica às 20:11
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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
Quem disse que no Inverno também não existem festivais de música?

                 Está já marcada para o dia 4 e 5 de Dezembro a segunda edição do Festival Super Bock Em Stock. De volta à Avenida da Liberdade com mais três salas e dez bandas que no ano anterior, o festival inspirado no americano South by Southwest em Austin, promete surpreender todos aqueles que desejam conhecer ou rever novas bandas portuguesas, inglesas e americanas.

                Num conceito diferente do habitual somos convidados a fazer a nossa própria programação uma vez que ao mesmo tempo e em diversos espaços como o Teatro Tivoli, o Cinema São Jorge, o Cabaret Maxime, o LA Caffe, o Restaurante Terraço do Hotel Tivoli e o Parque de Estacionamento do Marquês de Pombal decorreram variados concertos.

                Além das novidades ao nível dos espaços e das bandas, este festival pretende também através de aplicações disponibilizadas pela Vodafone, informar os festivaleiros do que está a acontecer em cada um dos espaços, pois estes têm lotações limitadas e que vai ao festival pretende ouvir e ver o máximo de música possível.

                Trazer a Portugal novos artistas é cada vez uma maior preocupação das organizações de festivais, o que faz com que este seja um ponto marcante neste festival, trazendo pela primeira vez por exemplo, os Little Joy que, curiosamente nasceram aqui do encontro de Frabrizio Moretti (The Strokes) e Rodrigo Amarante (Los Hermanos) a quando da passagem de ambas as bandas pelo extinto Lisboa Soundz, não esquecendo também os aclamados Wild Beasts, os Voxtrot que á dois anos estiveram em Portugal no Super Bock Super Rock mas como público ou os The Invisible. Mas como, nem só de estreias internacionais vive este festival, temos também direito a novidades nacionais como Pássaro Cego o novo projecto de Manuel Paulo e Nancy Vieira, as sonoridades dos anos 80 trazidas de volta pelos Golpes, o rock de João Só e Abandonados, suaves composições de Samuel Úria ou Mikkel Solnado, um português radicado na Dinamarca e famoso a nível internacional devido ao uso da sua música num conhecido anúncio de automóveis.   

                De regresso a Portugal estão também nomes que já fizeram mexer muitos portugueses como os explosivos Kap Bambino, a colorida Ebony Bones ou a sentida dupla Beach House e claro grandes nomes que dispensam apresentações como The Legendary Tigerman com o seu genial “Femina” que irá apresentar durante o seu concerto imagens do documentário de gravação do álbum e o intenso Mazgani.

                Os horários ainda não se encontram disponíveis mas os bilhetes já estão à venda nas lojas habituais, custando 40 euros o passe para os dois dias e uma vez que ninguém quer perder nada deste espectáculo os bilhetes começam a ser trocados pelas pulseiras que darão acesso aos espaços a partir do dia 3 de Dezembro. No total serão duas grandes noites de bons concertos e Super Bock, onde nem o frio irá fazer com que não haja um pezinho de dança ou uma bela cantoria algures na Avenida da Liberdade em Lisboa.

                Para mais informações consultem www.superbockemstock.com

 

* Texto para  Jornal Mundo Universitário

 



publicado por xetahtica às 16:15
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Domingo, 15 de Novembro de 2009
Jay Jay Johanson - Santiago Alquimista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


sinto-me: realizada!

publicado por xetahtica às 13:33
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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
Gilbert & George

 

Gilbert & George são dois artistas plásticos ingleses fantásticos, quando fui ao Tate Britain adorei as obras deles, aqui fica uma para apreciarem. =D



publicado por xetahtica às 15:14
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Domingo, 8 de Novembro de 2009
Bunnyranch Musicbox - Lisboa

              É sábado à noite, a chuva está iminente e nada melhor que um bom concerto de rock n’ roll para abanar o capacete e fazer esquecer um pouco o stress da capital. Já passava bastante da meia-noite quando os Bunnyranch subiram ao palco do Musicbox. “Top top to the top” abriu o concerto para os presentes que ainda eram poucos, mas que não fez os músicos desesperarem.

Tomando rédeas à casa os Bunnyranch transportaram a audiência directamente para as suas músicas mais animadas como “Hungry”, “Can’t Stop The Ranch” ou “Liar Alone” e à media que o alinhamento ia avançando Kaló e companhia lá viam chegar mais alguns esquecidos ou que por ali passavam e davam conta que esta era uma noite de cerveja e boa música.

“Flip Flop” e “Stand By Me” são algumas das músicas conhecidas da banda e não podiam faltar neste concerto. A alegria do vocalista /baterista que ainda à pouco esteve naquele mesmo palco com os Tiguana Bibles era notória, mas talvez tenha ficado algo por dizer neste concerto após este, ter dito aos presentes para se despedirem da música “Stand By Me”, que até à data tem sido uma constante nos alinhamentos da banda… Estarão os Bunnyranch prestes a levar uma mudança a cabo? Longe de maus pensamentos a banda despedia-se com “Under The Bed” mas após um requisitado “encore” lá voltaram para tocar “Sheppard” e “Bunnyranch” pode dizer-se que este que foi um concerto rápido e conciso mas, que soube a pouco já que a noite ainda era uma criança, continuando depois a animação a cargo do DJ Mike Stellar e do VJ JPG dos Daltonic Brothers.

 

Set list

Top Top to the Top

Free to Shake

Hungry

Too much of a Bad Thing

Where Am I?

Can’t Stop The Ranch

I Can’t Set Myself Free

Liar Alone

Flip Flop

Everyday Is A Blessin’

Stand By Me

Under The Bed

 

Encore:

Sheppard

Bunnyranch

 

* Texto para Feedback Musica

* Reportagem

 



publicado por xetahtica às 21:05
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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
Kings Of Convenience - Coliseu de Lisboa

Eram 21 horas quando a chilena Javiera Mena subiu ao palco do Coliseu de Lisboa, por essa altura já se havia formado uma plateia bem composta. Sentada ao piano a cantora brindou os presentes com uma série de canções intimistas como “Está en tus manos” ou “Sol de Invierno” mas era evidente a indiferença da maioria do público que esperava ansiosamente os Kings Of Convience. Mal entraram em palco Erlend Øye e Eirik Glambek Bøe foram recebidos em grande ovação e agarraram os fãs desde o primeiro minuto. Canções como “Power of Not Knowing”, a enivitável “Homesick”, “Know How” aqui sem Feist mas, com a ajuda dos músicos David e Tobias no violino e baixo respectivamente, tornaram o concerto ainda mais animado e permaceram com o duo quase até ao final do concerto. Mais tarde, uma inclusão funk ao tema “Rule The World” do novo álbum “Declaration Of Dependence” onde Øye pediu ao público para se levantar e muitos foram aqueles que aproveitaram para ir para o palco dançar, continuando com “Boat Behind” e terminado em chave de ouro com uma competição de dança ao som de “I'd Rather Dance With You”, os Kings Of Convenience não podiam deixar assim e o Coliseu e o encore era óbvio voltando primeiro Eirik com a sua versão de “Corcovado” de Tom Jobim que habitualmente canta nos concertos em Portugal e já quase no final a dançável “Cayman Islands”, mas o concerto acabou mesmo com Erlend a passear pela plateia do cheiíssimo Coliseu ao som de “Get up, Stand Up” de Bob Marley e não se pode dizer que não foram para casa felizes, todos aqueles que assistiram à quarta actuação deste duo em Lisboa.

 

Texto para a Revista Checksound

 


sinto-me: finalmente livre de TI! WEEEE
música: Kings Of Convenience - Miss Cold

publicado por xetahtica às 02:02
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
Entrevista com David Fonseca

Foto: Graziela Costa

 

“BETWEEN WAVES” É O QUARTO ÁLBUM DE DAVID FONSECA, NA SEQUÊNCIA DO PASSATEMPO PROMOVIDO NA EDIÇÃO ANTERIOR DO MUNDO UNIVERSITÁRIO AS DUAS VENCEDORAS DIANA CAMPELO E GRAZIELA COSTA FORAM AOS ESTÚDIOS DA UNIVERSAL ENTREVISTAR O CANTOR.

 

Achas que o facto de teres sido nomeado para um prémio da MTV e de este ser o teu quarto álbum a solo, faz com que haja mais pressão para estares sempre a inovar?

 

Não, não acho. Sabes eu, não faço música para estar na crista da onda, estou-me completamente a borrifar o que é uma coisa muito boa para a minha profissão. Ou seja, se amanhã eu fizesse um disco que não tivesse grande sucesso eu sentia que então, era sinal que eu devia voltar à profissão que deveria ter desde do momento em que eu a quis ter. Que era ser fotógrafo, estudei para isso e estive muitos anos a tentar fazer essa profissão mas depois, vim aqui parar um bocado por acidente e significa que se isso acontecesse se calhar eu poderia fazer música como um hobbie na mesma, mas não como uma profissão. Mas não sinto essa pressão minimamente, nunca penso nisso. Acho que a única vez que eu pensei nisso, foi depois de ter feito o primeiro disco dos Silence 4, que teve um sucesso brutalíssimo e eu não sabia muito bem como havia de reagir em relação a isso e sentia que muitas pessoas estavam a olhar por cima do meu ombro quando eu escrevia as canções e tal. Mas depois descobri que não valia a pena estar a pensar tanto nisso e que isso não me ajudava a escrever canções melhores, por isso desisti e agora não sinto a mínima pressão para fazer o que quer que seja. Aliás, eu sou uma das raridades em Portugal que tem a sorte de fazer aquilo que bem lhe apetece e que faz disso uma profissão, portanto não é nada mau.

 

Toda a gente sabe que tu tocas imensos instrumentos.

 

Mas nenhum bem.

 

De presente qual é o teu favorito?

 

De presente, de futuro e de passado sempre será a bateria, porque é o que faz mais barulho. Basicamente é por isso e porque se toca com o corpo todo, porque normalmente os instrumentos tocam-se com as mãos não é? Sejam de teclas ou de cordas e são instrumentos muito mais específicos, é preciso aprender a mexer neles, a forma de os tocar até conseguires extrair um som… é um bocadinho como os sopros. Nos sopros também é preciso perceber a técnica para tirar um bom som daquilo e a bateria não. Qualquer pessoa pode tocar bateria, agarram-se dois paus e vamos a isso… Eu gosto muito dessa ideia de um instrumento tão democrático e hás-de reparar nisso, porque se dez pessoas entrarem numa sala cheia de instrumentos e nenhuma souber tocar nenhum instrumento, vão se agarrar todos à bateria porque é aquele que imediatamente é mais fácil de tocar. É só agarrar em dois paus…

 

Mas não é melódico?

 

Pode ser… Pode ser melódico não é o mais melódico dos instrumentos obviamente, mas pode ser…

 

É um bom ponto de partida para fazer música?

 

É. Existem muitas canções que eu fiz a partir da bateria, muitas mesmo porque é onde tenho uma ideia muito clara de um ritmo e que depois acaba por se expandir para uma canção…

 

E quanto à nova teclista da tua banda…

 

Não é a nova teclista da minha banda… Sabes, a Rita esteve na minha banda durante seis anos e não é eu querer substituir a Rita, mas se ela não tivesse uma carreira a solo este problema nunca existia, nunca ia surgir a Rita Redshoes e de repente parece que uma pessoa tem de pisar uns pés gigantes para lá ir, porque ela tem uma carreira a solo de grande impacto logo à primeira. Mas de facto, eu não procurava uma substituta para a Rita procurava um novo elemento para a minha banda, são duas coisas diferentes. Portanto ela sai e eu preciso de uma pessoa para ir para lá tocar, mas não necessariamente para tocar teclas aliás até acho que a pessoa que vai tocar, vai tocar muito mais guitarra do que teclas, o que traz uma nova dinâmica. Porque é provável que vocês saibam quem é a Francisca. Ela vai tocar piano mas muito mais guitarra até porque este disco vai um pouco mais nessa direcção e eu acho que até é bom para nós porque, assim mudamos também as coisas um bocadinho em palco e não fica com aquela responsabilidade horrível de ter que ir ocupar o lugar de outra pessoa e acho que isso desdramatiza um bocadinho a situação, embora eu tenha muita pena que Rita tenha ido embora e se ela estivesse aqui ela dizia-te que também teve muita pena mas não havia hipótese absolutamente nenhuma aliás o último ano já foi terrível para nós conseguirmos conjugar as coisas.          

 

 * Este é apenas um pequeno excerto da entrevista que durou uma hora, mas devido ao limite de espaço apenas será publicado este texto na próxima edição do  jornal Mundo Universitário.

 




Quero isto de prenda de Natal, tá?



publicado por xetahtica às 01:08
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Segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
Emiliana Torrini - Santiago Alquimista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por xetahtica às 00:35
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Domingo, 1 de Novembro de 2009
Janita Salomé e Sylvie C. - XVII CineEco (Seia)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por xetahtica às 19:37
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